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Segunda-feira será de instabilidade e risco de temporais no Rio Grande do Sul

Publicada em: 06/04/2026 09:08 -

 

A segunda-feira será marcada por muitas nuvens e instabilidade em praticamente todo o Rio Grande do Sul. Apesar disso, o sol aparece em alguns momentos ao longo do dia em diferentes regiões.

De acordo com a MetSul Meteorologia, a condição de instabilidade ocorre devido à interação entre uma massa de ar quente que atua sobre a Metade Norte do Estado e uma área de baixa pressão no Nordeste da Argentina. Esse cenário favorece a formação de chuva na maioria das cidades gaúchas, com registros já pela manhã em alguns pontos, mas com maior intensidade entre a tarde e a noite.

Há risco de chuva forte isolada e temporais localizados. As temperaturas sobem mais na Metade Norte, onde o calor e o abafamento predominam. Já na Metade Sul, o dia será mais ameno e agradável.

Cenário se agrava na terça-feira

Na terça-feira, o risco aumenta com a formação de uma linha de instabilidade associada a uma frente fria e a um ciclone no Rio da Prata, entre Buenos Aires e Montevidéu.

Essa instabilidade deve avançar pelo Estado, provocando chuva forte e temporais com possibilidade de vendavais, principalmente na segunda metade do dia. Os maiores volumes de chuva são esperados no Oeste e no Sul, onde pode chover desde cedo.

Já no Norte e Nordeste do Estado, incluindo a região de Porto Alegre, o risco maior de vento forte ocorre entre a tarde e a noite. Nessas áreas, o calor e a presença de sol antes da chegada da instabilidade podem intensificar os temporais, com possibilidade de danos e falta de energia elétrica.


Ciclone extratropical traz ventos fortes na quarta-feira

Na quarta-feira, o ciclone extratropical estará posicionado sobre o Oceano Atlântico, a Leste e Sudeste do Uruguai.

O sistema deve provocar rajadas de vento entre 60 km/h e 80 km/h no Sul e no Leste do Rio Grande do Sul. Em pontos isolados, especialmente no Litoral Sul e na região da Lagoa dos Patos, os ventos podem ser ainda mais intensos.

A condição aumenta o risco de transtornos, como queda de árvores, danos estruturais e interrupção no fornecimento de energia elétrica em diversas regiões.

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